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sábado, 1 de outubro de 2011
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
domingo, 25 de setembro de 2011
Uma péssima faxina.

A Presidente Dilma mostrou ser uma faxineira sem qualquer tipo de zelo, varrendo toda a sujeira para debaixo do tapete e decolando com a vassoura rumo à ONU, onde pouco faz e muito falou.
O Brasil foi à ONU discursar sobre a sua metodologia social, avanços tecnológicos e evolução das classes econômicas, porém, o que tinha a promessa de ser um grande passo na história do país para o comitê das Nações Unidas virou um pesadelo brasileiro ao laço do seu precário desenvolvimento.
Como exaltar progresso em um país tão desigual, repleto de fraudes administrativas e sem qualquer tipo de estabilização política; pior, viver de passado, como se o governo Lula tivesse feito grandes avanços.
Dilma falou muito do governo passado, mas pouco mostrou do governo presente e tão menos demonstrou em expectativas futuras.
Falar que o desenvolvimento de um país está atrelado aos canteiros de obras para os eventos esportivos é o mesmo ato de afirmar que o Brasil não tem autossuficiência
para avanços sociais, dependendo de esmolas e necessitando de acontecimentos.
Virou um Salão de Festas, onde alugamos o espaço para eventos com o fim de angariar algum caixa para a reforma do Edifício Brasil; e como é difícil o Brasil.
Dilma, pelo jeito, vai aposentar o discurso forçado da Vassoura, a qual nunca existiu, tendo em vista que tal fenômeno ocorreu por ato reflexo de brigas internas por Ministérios e Verbas, porém vai continuar com o velho discurso do passado.
Falando em passado, qual passado?
Difícil falar que o passado não é a base da sujeira de hoje.

sábado, 24 de setembro de 2011
Assaltos.

O mundo não para, ainda mais quando o assunto é corrupção e suborno.
A assembléia legislativa da São Paulo passa por séria investigações após a denúncia, de um dos seus parlamentares, sobre o índice de corrupção daquela casa, estipulado em cerca de 30% de deputados que vendem seus votos.
Um verdadeiro susto, tirando por conta que os deputados já nascem vendidos pelas suas alianças partidárias, sempre em prol do patrocinador, ou seja, a corrupção está sendo, cada vez mais, majorada pela linha marginal do suborno.
Não se assustem, mas 30% é muito pouco quando comparamos com outras assembleias, que, no geral, são um barril de lodo, sujeira e decomposição.
Um verdadeiro lixo eleitoral, que forma um ninho de raposas sanguinárias.
As eleições estão próximas, as convenções partidárias começaram e ainda não acordamos que a verdadeira marcha é no caminho das casas partidárias, revisionando cada coligação e sua real posição social.
Conforme já debatido, ocorre a grande necessidade de reformular as bases partidárias, em prol da população e do desenvolvimento social, pois, não tramando este destino, dias piores acontecerão.
Vamos mudar?!
Filho feio tem pai?

Parece incrível, mas tudo que derroca ao fracasso sente a ausência de um pai, um tutor ou até mesmo um criador.
Nesta semana de Rock In Rio, declaração de amor ao Rock Exterior, presenciamos a incrível incapacidade do poder público em proporcionar algo digno e eficiente oriundo do poder público.
Transporte ausente, civilidade esquecida, etc.
O que aguarda as Olimpíadas além de muitas obras superfaturadas? Ausência do poder pública.
Quem mora na cidade do Rio de Janeiro presenciou uma semana maravilhosa para o leque de insatisfação com serviços públicos:
- Faltou água em 70% da cidade, voltando com um aspecto marrom;
- A luta contra os bueiros voadores continua;
- Assaltos em saídas de banco aumentaram, mesmo com a proibição do uso do celular na agência bancária;
- A CEG demonstra que tem mais vazamento do que distribuição, fazendo inúmeras obras para recuperar a rede de distribuição de gás;
- Transportes Lotados.
Vamos recorrer a resposta de que tudo é um ensaio, uma possibilidade para não ocorrerem erros futuros, porém eles sempre existem; logo, vivemos de ensaios, onde montamos um cenário abstrato de uma realidade superficial e inócua.
Na semana na qual a população carioca marchou contra a corrupção, a corrupção mostrou que o povo deve continuar a marcar e marchar, pois todo o descaso público proporcionou o desfrute de inúmeros problemas.
Como diz o comentário abaixo, o povo é refém da omissão de seus gestores, mas também é refém da sua própria omissão pela luta de mudar e melhorar.
Quem criou tantos problemas?
A resposta parece fácil, mas a solução é bem complicada, já que a mentalidade populacional é traída por promessas incrédulas.
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
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