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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Comunidade Carente.

Carente e abandonada a comunidade carente clama por medidas coerentes.

O adjetivo é repleto de ausência, uma propriedade do abandono e políticas fraudulentas, que visam, tão somente, enfeitar um Pavão misterioso, pássaro fogoso.

Carecido, falto, indigente e necessitado são sinônimos da realidade social, onde as Comunidades Carentes não são, somente, as favelas, são todos que povoam a terra gigante pela própria natureza.

Comunidades pacificadas no Rio de Janeiro já enfrentam o tráfico e assaltos, assim como no asfalto das nobres ruas de uma cidade Maravilhosa, cheia de abandonos mil.

São Paulo porta históricos de improbidade administrativas, parecidas com a do Rio, mas agravadas por uma rixa indeterminada entre a esquerda, direita e imaginários, além de serviços caóticos e novos bueiros voadores.

E o Nordeste: abandono aos Senhores Feudais, que retardam o desenvolvimento de um povo tão inteligente e imperam o acesso aos Direitos Fundamentais. Os novos baianos não podem curtir numa boa, pois o tráfico tomou conta das vielas e ladeiras, quase igual ao tráfico de influências que sustentam políticos nobres em desonestidade e marginalidade.

De Norte a Sul o Brasil cria uma enorme Comunidade Carente, com os seguintes aspectos:

- políticos podres;
- natureza artificial;
- águas em abundância de escassez;
- saúde remediada;
- inteligência sem aula;
- casas sem paredes;
- direitos proibidos;
- pássaros sem canto;
- rosas com odor de morte;
- céu crivado de balas;
- estrelas decadentes;
- risos sem dentes;
- paz sem sossego.

Em suma, temos um nome para nova comunidade carente: Comunidade Brasil.



quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Exploração de Petróleo sem pudor!

Negligência em exploração petrolífera significa lucros.

Não é novidade, mas a reportagem abaixo, extraída de uma entrevista ao Jornal das 18 horas (Globo News), deflagra, de maneira lógica, a preocupação de enriquecimento num curto espaço de tempo de empresas que abandonam qualquer tipo de proteção aos trabalhadores e ao meio-ambiente.

Uma coisa é certa: está na hora de rediscutir o impacto ambiental da exploração do petróleo, o preparo e planos de contingências.

Aonde está o Congresso Nacional para convocar uma audiência pública, além de inquerir os presidentes das exploradoras dos nossos poços de petróleo?

E o Ministério de Minas e Energias, além do Meio-Ambiente?

Fechar os olhos em prol da ganância é o fator gerador dos piores flagelos sociais, a pobreza e devastação de riquezas.


Frase do Dia.


Ser feliz não é um desejo, é uma consequência de viver em harmonia e paz.
Conquiste a harmonia e viva em paz; logo, será feliz!

Nunca abandone seus objetivos!!!

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Frase do Dia.

O autorrespeito não é egoísmo, é um agradecimento pelo viver e sobreviver.

Não perca tempo com as dores da vida, ao contrário, reflita e veja que com elas você será mais forte!

Exploração que Vaza.

Uma coisa é fato, qualquer extração petrolífera em águas tem uma vazamento.

Certo é que tais vazamentos são de pouca proporção, mas, de alguma forma, já poluem e alteram o meio-ambiente.

A exploração de petróleo em águas profundas é algo recente para as empresas, exceto para a Petrobrás, porque essa desenvolveu grandes explorações em mares, porém todas tem algo em comum: o despreparo.

A Petrobrás não tem um plano eficaz para caso de desastres ou catástrofes, ou contrário, todos fazem parte de projetos, estudos e pesquisas, incentivadas pelo Governo, mas esquecida pela alarde de grandes produções.

O que aconteceu com a Amazônia Equatoriana, além de outras áreas terrestres, no início das explorações, foram grandes acidentes, recheados de devastações e quebre no ecossistema local, pois, tal exploração, ainda era recente.
A exploração em águas profundas caminha para o mesmo passo, de um grande progresso em riquezas futuras, porém amparado pelo despreparo em depredação do bem ambiental.

O que aconteceu com a Chevron, uma grande amadora em águas profundas e legítima detentora de catástrofes, poderá ocorrer com a Petrobrás.

A verdade é que a mesma, Petrobrás, está preocupadíssima em amparar os cofres partidários, produzindo mais e ampliando seus negócios. No entanto, sem qualquer tipo de preparo, planejamento ou plano contra desastres.

Explorar petróleo é poluir, seja na extração ou no produto final, porém medidas contra as consequências é obrigação esquecida pela ganancia de arrecadar e compartilhar verbas com os amigos do poder.

Gasta-se muito com políticas preventivas, mas poucos são os reflexos a curto prazo.

O lucro imediato é passageiro, mas os seus danos são, quase sempre, duradouros.

Pensamento do Dia.

A vontade pode ser a inimiga da perfeição ou a aliada da perfeição, tudo dentro da proporção.

Moderação é a medida certa para o sucesso!

Extinção.

Saúde, Educação, Ecossistema e Moralidade são meios em plena extinção, sem qualquer tipo de pudor e auxílio.

A Saúde sucumbe em belas filas, hospitais prontos em contêiner e superfaturamento.

Já a Educação não tem qualquer tipo de auxílio, pois um povo Educado é o primeiro passo para a mudança. Para que mudar?

Ecossistema é um planejamento amplo, manchado de petróleo e poluído pela atrocidade de uma produção sem eco-sustentabilidade.

A Moralidade é a moeda em plena extinção, comprometida com Ministros e Políticos mercenários.

O Brasil está em plenos passos para um colapso, tanto financeiro, quanto social, ambos amparados pela recessão de valores e conceitos.

Extinção é o resumo de nossa ecasses, ecasses de honestidade.

Leiam abaixo uma matéria antiga, mas que demonstra o que é uma verdadeira conduta administrativa:

SEXTA-FEIRA, 26 DE AGOSTO DE 2011

Japão devolve a Cruz Vermelha donativos em excesso.

Enquanto no Brasil prefeituras se aproveitam de tragédias locais para desviar recursos, o governo japonês dá um exemplo de probidade e seriedade, devolvendo o capital que não foi necessário para sua revitalização.

Ninguém deve se aproveitar da tragédia para lucrar e enriquecer, pena que nossos governantes não pensam assim.