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sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Transparência.

Transparência é um desdobramento de um Princípio que deve ser seguido pela Administração Pública, o da Publicidade dos seus atos.

Os atos de nossos gestores devem ser publicados a todos, na forma que a população saiba o que ocorre e tenha noção do rumo adotado pela administração.

Assim temos a transparência, que é, justamente, o resultado de tornar notório tudo aquilo que se faz na gestão administrativa. Ser transparente é não ocultar seus atos, não impedir o acesso as informações e, principalmente, ser claro com as intenções adotadas pelo gestor.

Não adianta impedir a propaganda eleitoral que cita a Delta como amiga do Cabral, muito menos fabricar factoides de uma limpeza administrativa diante a guerra política, pois um dia os fatos serão revelados.

As pedras rolam, o nuvem turva impede a nossa visualização do que acontece na face do poder, porém, para aqueles que tem consciência do cenário atual, cabe o papel de cobrar e divulgar tal lodo que corrompe nossa política.

Portanto, a transparência não depende, somente, de um ato administrativo imposto pela lei, mas sim da vontade do povo em tomar conhecimento ao que tem de direito.

Vamos reivindicar, procurar soluções e tocar o barco para águas límpidas, jamais desistindo, pois, como dizia M. L King, o que mais assusta não é o berro do mal e sim o silêncio dos bons.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Frase do Dia.

A felicidade não é somente um estado de espírito, é o resultado do nosso esforço em busca do bem e da paz.
Bons Sonhos e excelentes Concretizações!

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Queimando Verbas.

Incrível, porém o que era possibilidade virou fato, a queda das máscaradas das UPP's.

As unidades pacificadoras do Estado do Rio de Janeiro eram um retrato de ressocialização, porém, nas vésperas das eleições, tornou-se um fruto de votos e renovações partidárias; logo, virou uma semente plantada sem destino certo, criando uma árvore torta e frutos envenenados.

É obvio que só ocupar uma comunidade não é a solução para afastar a violência, pois a mesma é espécie do gênero miséria, a qual, no momento, continua sendo assistencial.

A violência é reflexo da condição, do meio aonde o ser vive e dos aspectos que a motivam para uma expectativa de futuro. O que mudou em comunidades pacificadas?

O Exército assiste a comercialização de drogas, a comunidade continua sem infraestrutura, crianças continuam passando sufoco para acessar os estudos e a população carece de atendimento hospitalar mais eficaz, tendo em vistas que as UPA's, Unidade de Pronto Atendimento, é uma simples fachada, restrita a atendimentos leves e com profissionais empregados em regime celetista, muitos sem concurso e até sem expectativa de um quadro de carreira.

Não há o mínimo de respeito com a população e profissionais, tais como os professores, médicos e afins, que trabalham em unidades sucateadas, sem investimento capaz para aprimorar a metodologia e sem qualquer perspectiva de reconhecimento social.

Pouco se vê em campanhas de reaproximação das comunidades a direitos e deveres, levando possibilidades de justiça, segurança e educação, pois prevenir o povo não é uma política administrativa lucrativa. O lucro ocorre com a remediação, ou seja, a sangria desparra e a administração pública encobre com remendos emergenciais.

Não há investimento em capital e sim em capacitação de policiais para ocupar tais comunidade, porém, não adianta estruturar um lado e deixar o outro abandonado.

O dinheiro público é queimado, ou melhor, incinerado, como no caso do Teatro Villa Lobos, o qual passava por reformas há mais de um ano, em um gasto estimado pela quantia, simbólica, de Um milhão e meio de reais, resultado de receitas oriundas de impostos e destinadas a Secretaria de Obras, porém, com uma simples explosão (possivelmente no sistema elétrico), viraram cinzas.

Gastar verbas em programas assistencialistas derrotados e investir em obras inacabadas, sem futuro, revela um presente repleto de gastos emergenciais, os quais não resultam em prevenção, ao contrário, demonstram toda uma cadeia de fragilidade dos organismos públicos.

Quantos as UPP's, estas passaram por uma imensa reformulação, necessária para abastecer os fornecedores do Governo Estadual; já ao teatro incendiado, este será objeto de uma bela obra emergencial, sem licitação, destinadas a empreiteiras amigas e parceiras dos gestores.

Cada passo errado da nossa administração é o resultado de mais verbas desperdiçadas em programas inócuos e eleitoreiros, mas cada verba desperdiçada resulta em menos investimentos na Saúde, Educação, Habitação e Trabalho.

Queimando verbas e fulminamos oportunidades, este é o Brasil!

Independência ou Sorte!

Em 7 de setembro de 1882 Dom Pedro, príncipe regente, despertou o brado retubante: "Independência ou Morte".

O berro, as margens do córrego do Ipiranga, retrata um cenário permanente, porém onde o povo clama por independência e o governo sepulta a morte da população.

Antigamente o Brasil era um país de grandes riquezas, extraídas sem controle e servindo de base para a evolução de outras nações, porém hoje, na contemporaneidade, o Brasil continua uma terra de grandes riquezas e grandes extrações.

Um país que ainda exporta insumos e importa produtos não independente, contando com o fato de que uma grande nação é administrada por pequenas mentes, fulminadas a venda e repartição do poder que usufruiu temporariamente, esmagando parcelas populacionais e enriquecendo aliados e patrocinadores partidários.

Não há independência educacional, tendo em vista que o ensino sofreu, com o passar de décadas, uma privatização oculta, onde toda a cadeia de ensino público foi sucateada e substituída por uma esfera particular, dissipando a visão de educador para empregado básico; logo, temos professores em condições análogas a tortura, além de alunos presos a ignorância de uma metodologia ultrapassada, que não prisma o ensino técnico, mas desperta a maquiagem dos dados educacionais.

Alfabetizar automaticamente, criando analfabetos funcionais, é um remédio para sustentar os índices, porém é um sepulto para a fabricação de um povo submisso.

A visão administrativa de lucrar em grandes obras, repartindo a fatia com grandes empresários, é a visão de um governo que não suporta o desenvolvimento de sua própria população.

Sem a independência educacional não há desenvolvimento em outros setores, há um retrocesso, onde não há saúde, trabalho digno, lazer, habitação e desenvolvimento social.

Uma população retida a ignorância não enxerga um cenário melhor, uma verdadeira distribuição de riquezas e um acesso real ao vento da independência.

Uma população que vive em um país em crescimento, porém sem qualquer tipo de infraestrutura, não dando a possibilidade de inclusão social, evolução cultural e acesso a repartição de riquezas, nunca será independente

Não temos mão-de-0bra especializada, ao contrário, temos uma metodologia que força uma alfabetização automática, sem análise do desenvolvimento intelectual, muito menos ao aperfeiçoamento profissional, tendo em vista que a universidade é o alvo, porém um ensino técnico fortaleceria a população para abastecer sua cadeia produtiva.

Hoje vendemos, praticamente, insumos, dependente de mercadorias importadas, mas, em todos os moldes, tal fato é marcado por trabalhadores inaptos a produção, que não conseguem alocar as salas de fabricação, sempre pelo mesmo fato: educação precária.

A base de uma verdadeira Independência não é a formalidade de uma República, é a autonomia de sua população em prol de um desenvolvimento global, evoluindo e produzindo, dando acesso real e seguro aos recursos sociais.

Em suma, falamos em independência, mas não em educação, o que é a base da verdadeira sustentabilidade de uma nação.

O povo vive da sorte, sorte em tropeçar na felicidade, sem ter, em mãos, o verdadeiro objeto para construir a própria felicidade.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Dia do Orgasmo Público.

Enquanto muitos pensam que hoje é somente o dia do Sexo, em Brasília entra em comemoração o ato consequente, o Orgasmo.

O Dia do Orgasmo Público consiste na sensação de surrupiar os cofres públicos e homenagear Tiradentes, pois hoje é quarta-feira, amanhã quinta e depois... sexta-feira de Tiradentes.

Sabe como é, após de aprovarem leis de notória necessidade pública, lutarem pela satisfação da classe política e seus aliados, além de gozar de inúmeros benefícios inerentes a função (como imunidade parlamentar e gratificação terno), nossos parlamentares merecem repousar, relaxar, após de tantos êxitos em sua labuta.

Hoje Brasília é a rota de fuga, amanhã cidade fantasma e depois a cópia do desrespeito com o erário público.

Não defendo os empresários, mas uma nação que quer desenvolver em passos fortes não pode desfrutar de tantos feriados. O excesso de feriados prejudica a produção, reduz a capacidade mercantil do país e retarda a nossa capacidade de resposta as demandas de mercado.

Porém, voltando ao assunto, eis as datas comemorativas:
- Dia 06 de setembro: Dia do Sexo e Dia do Orgasmo Público;
- Dia 07 de setembro: Dia da Independência do Brasil, ou Pendência;
- Dia 08 de setembro: Dia de Homenagens ao Enforcamento de Tiradentes.

Um país que quer desenvolver não pode assistir, com tamanha passividade, o avanço da estagnação e desleixo com o erário público.

Precisamos produzir, lucrar e desenvolver esta nação, mas, pela análise, o Brasil não passa de um mero comerciante de insumos, que sofre com entressafras e vive de commodities, ou seja, quer algo mais manu-faturista arcaico do que nossa produção?

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Frase da Semana.

Uma vontade significa o início, um ato a fabricação, um gesto positivo significa a execução e a dedicação significa que todas as etapas passadas serão uma ponte de ouro para o sucesso.
Dedicação não é uma ferramenta, é um combustível para o sucesso.

Frase do Dia.

Se você fala e não é compreendido, pense! Compreensão é algo relativo, mas a boa-fé é a resposta. Caminhe e viva!